Maria da Graça Costa Penna Burgos, conhecida como Gal Costa, é uma cantora brasileira.
Gal estreou ao lado de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Tom Zé e outros, o espetáculo Nós, Por Exemplo... (22 de agosto de 1964), que inaugurou o Teatro Vila Velha, em Salvador. Neste mesmo ano participou de Nova Bossa Velha, Velha Bossa Nova, no mesmo local e com os mesmos parceiros. Deixou Salvador para viver na casa da prima Nívea, no Rio de Janeiro, seguindo os passos de Maria Bethânia, que havia estourado como cantora no espetáculo Opinião. A primeira gravação em disco se deu no disco de estreia de Maria Bethânia (1965): o duo Sol Negro (Caetano Veloso), seguido do primeiro compacto, com as canções Eu vim da Bahia, de Gilberto Gil, e Sim, foi você, de Caetano Veloso - ambos lançados pela RCA, que posteriormente transformou-se em BMG (atualmente Sony BMG) - gravadora à qual Gal retornaria em 1984, com o álbum Profana.
Faixa:
1. NEGRO AMOR (It's All Over Now, Baby Clue) (1977)
Composição: Bob Dylan
Versão: Caetano Veloso e Péricles Cavalcanti
Álbum: Caras & Bocas
Gravadora: Philips/Polygram
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NEGRO AMOR
Composição: Bob Dylan
Versão: Caetano Veloso e Péricles Cavalcanti
Vá, se mande, junte tudo
Que puder levar
Ande, tudo que parece seu
É bom que agarre já
Seu filho feio e louco ficou só
Chorando, feito fogo, à luz do sol
Os alquimistas já estão no corredor
E não tem mais nada, negro amor
A estrada é pra você
E o jogo é a indecência
Junte tudo que você conseguiu
Por coincidência
E o pintor de rua, que anda só
Desenha maluquice em seu lençol
Sob seus pés, o céu também rachou
E não tem mais nada, negro amor
Seus marinheiros mareados
Abandonam o mar
Seus guerreiros desarmados
Não vão mais lutar
Seu namorado já vai dando o fora
Levando os cobertores, e agora?
Até o tapete, sem você, voou
E não tem mais nada, negro amor
As pedras do caminho
Deixe pra trás
Esqueça os mortos, eles não levantam mais
O vagabundo esmola pela rua
Vestindo a mesma roupa que foi sua
Risque outro fósforo, outra vida
Outra luz, outra cor
E não tem mais nada, negro amor
E não tem mais nada, negro amor
Negro amor.